Os Leigos Boa Nova são jovens em Missão: anunciar Jesus Cristo, servir os mais pobres do mundo e promover a solidariedade, o desenvolvimento, a justiça e a paz.

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Quinta-feira, 30 de Março de 2006

Até sempre, Cremilde!



De sorriso estampado no rosto, na voz, no movimento rítmico do batuque, todos na Paróquia Maria Auxiliadora conheciam desta maneira a Cremilde, namorada do Belmiro. Era a salmista e regente do grupo coral dos jovens que, periodicamente, animavam a eucaristia dominical.

Faleceu há cerca de 3 semanas com um rebento no ventre, derivado a anemia e malária, segundo as justificações mais oficiais.

Esta é uma homenagem minha e dos leigos que a conheceram, sempre tão viva e alegre.

Até sempre, Cremilde!

publicado por Sérgio Cabral às 15:47
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Como chegar ao Seminário de Valadares?



Vindo no sentido Norte-Sul, na VCI deve sair na indicação "Espinho" e anda cerca de 2 km até à indicação "Valadares Estação". Aí sai, vira à esquerda e anda cerca de 700 m até chegar ao Seminário da Boa Nova.

Vindo no sentido Sul-Norte pela A29 deve sair na indicação "Porto (Arrábida)" e "Valadares" para a IC1. Percorre cerca de 2,5 km até à indicação "Valadares Estação". Aí sai, vira à direita e anda cerca de 700 m até chegar ao seminário da Boa Nova.

publicado por Sérgio Cabral às 00:22
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Segunda-feira, 27 de Março de 2006

43.º Encontro Nacional dos LBN

No primeiro fim-de-semana do mês de Abril (dias 01 e 02) decorrerá o 43.º Encontro Nacional dos LBN no Seminário da Boa Nova em Valadares, e que se integra no plano de Formação para os candidatos dos Leigos Boa Nova. O programa é o seguinte:

 

Dia 01 – Sábado

09h30 – Acolhimento

10h00 – Oração

10h15 – Quaresma no Mundo

11h30 – Compromisso cristão com o desenvolvimento (em grupos de trabalho)

12h15 – Plenário

13h00 – Almoço

14h30 – O modelo missionário de S. Paulo

17h00 – Lanche

17h30 – O papel da Cooperação Estrangeira no desenvolvimento de Moçambique

20h15 – Jantar

21h15 – Convívio

 

Dia 02 – Domingo

08h00 – Oração

08h30 – Pequeno-Almoço

09h15 – Arranque 2006. Um olhar sobre os projectos.

10h30 – Definição de tarefas e actividades e sua operacionalização

12h00 – Eucaristia

13h00 – Almoço

 

É bom que confirmem as presenças!

Um abraço! Sérgio Cabral

publicado por Sérgio Cabral às 19:54
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Escravos?

Dizemos hoje que a escravatura já foi abolida, mas todos sabemos que ela ainda existe entre nós. Basta, apenas, referir o aprisionamento de mulheres nas teias da prostituição; as crianças, vítimas de exploração, quer sexual, quer de trabalhos muito pesados, principalmente nos países em vias de desenvolvimento.

 

Mas não é dessa escravatura óbvia que eu quero falar. É de um tipo de escravatura mais subtil, e que se disfarça em oportunidades de sucesso, de prazer, de gozo, de qualidade de vida. Nessa escravatura, o escravizador escraviza o escravizador de si mesmo. Ou seja, tenta pressionar psicologicamente o outro para que se convença do bem que lhe está a oferecer. Ora, o outro aceitando, a responsabilidade é-lhe transferida e torna-se, ao mesmo tempo, escravizador e escravizado. Este escravizará outros sem ter consciência do mal que está a fazer, e deste modo, provocará mais escravizadores.

 

De facto, este tipo de escravatura é como uma cobra que se dissimula e esconde, um mal difícil de identificar e de provar, que quer fazer-se passar por um bem para, quase sempre, obter lucros, ignorando a integridade e dignidade das pessoas.

Refiro-me, concretamente, ao markting agressivo praticado por tantas empresas, às ondas de moda que anestesiam completamente as pessoas, ao fanatismo político e religioso, etc. Há uma saturação de outdoors, de spots publicitários, de imagem em todos os cantos das nossas cidades. Bancos, seguradoras, empresas de automóveis, de cosméticos, hipermercados, clubes de futebol, marcas de prestígio, igrejas, parecem querer oferecer-nos a felicidade. É caso para perguntar: com tanta oferta e facilidade, por que andamos todos a olhar para baixo? Isto foi o que mais impressionou o Augusto nos três meses que está em Portugal. Olhar para baixo. Veio da província mais pobre de Moçambique, Niassa, e neste país embateu com a tristeza dos lisboetas dentro dos transportes públicos, nas ruas, nos centros comerciais... Porquê? 

 

Não há dúvidas, por isso, que a liberdade e a felicidade não se conquistam com notas, na aquisição de bens materiais, mas descobrem-se quando se chega a uma capacidade interior de receber e dar amor. Só assim se quebra este ciclo esclavagista, elevando-nos para um outro patamar, de onde a perspectiva é bem mais ampla. Daí saberemos ver, ainda que, com alguma dificuldade, os escravizadores-escravizados, mesmo que apareçam camuflados a olhar-nos sorridentes, de gravata, e bem dispostos. E reconhecer-nos tantas vezes como tal nesta ou naquela situação da nossa vida.

publicado por Sérgio Cabral às 19:39
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Cucujães - Reunião 11/03

Duas pessoas novas: Carlos Coutinho, de Vale de Cambra e Eduarda, de Oliveira de Azeméis, voluntários para ajudar na secretaria. Em fevereiro, começámos o estudo da Encíclica Deus é Amor de Bento XVI. Eros e Agapé não podem viver um sem o outro. Hoje avançámos: Deus ama apaixonadamente a humanidade e cada uma das suas criaturas; amor que perdoa, amor que se doa todo, até capaz de morrer pelo amado.
Agradecemos aos voluntários que têm vindo ao secretariado realizar tarefas. Terminámos com um almoço de festa.
publicado por Sérgio Cabral às 19:36
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Lisboa - Reunião 12/03 à tarde

D. Beatriz veio da Suiça para o nosso encontro. O Casimiro, promovido a Leitor, fugiu ao seminário para estar connosco. Uma cara nova: Helena, colaboradora dos LBN. O Miguel encantou com as suas histórias da Gabela: Estou chocado com o que vejo nas ruas de Lisboa, só caras fechadas. Ao fim de alguns dias, até eu estava a ser contagiado e teve que reagir. É que na Gabela, apesar da pobreza e das dificuldades, a alegria está sempre estampada na cara (a excepção é Luanda "onde há 4 milhões de desesperados a tentar sobreviver"). Angola é um país de crianças. As ruas estão cheias de brincadeira. Eu nunca aceitaria dar aulas aqui, mas, na Gabela gostei de dar aulas e muito: os alunos estão atentos, em silêncio, perguntam com respeito. "O clima da Gabela é espectacular. O melhor que já encontrei no mundo... E olhem que eu já morei em vários países"
publicado por Sérgio Cabral às 19:31
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Quem me dera ser uma vaca japonesa!

Os subsídios para agricultores europeus e norte-americanos foram tema do en­contro da Organização Mundial do Comércio, em Hong Kong. Parece um assunto para eco­nomistas. Não é. Tem que ver com todos nós. Há décadas que somos confrontados com a produção subsidiada de vegetais e de carne dos agricultores europeus e dos EUA. Numa palavra: fomos aceitar a lógica do mercado livre, mas esse princípio só vale para uns. O proteccionismo continua a ser válido desde que beneficie os próprios paí­ses ricos. Fiquemos com um primeiro facto: uma vaca europeia recebe dois euros diários por via dos referidos subsídios. Uma vaca japo­nesa recebe 5,7 euros. Milhões de pessoas, entretanto, vivem com 82 cêntimos de euro por dia. [1] Uma segunda questão: será que esses subsídios vão para o agricultor pobre da Euro­pa? Admire-se o leitor incauto. O príncipe Al­berto do Mónaco não será um camponês po­bre. Mas ele juntamente com a rainha Isabel da Inglaterra, figura entre os 58 agricultores mais beneficiados pela chamada PAC (Política Agrícola Comum) da União Europeia. A terceira questão é uma pergunta: o lei­tor sabe o que é o “dumping”? Pois eu não sabia. Aprendi o conceito quando seguia a intervenção da malawiana Irene Banda na referida reunião em Hong Kong. Pois o “dumping” consiste na fixação de preços abaixo dos custos de produção para liqui­dar a competição. Isso está sendo feito, por exemplo, para o algodão. Os produtores de algodão de África enfrentam esta gigantes­ca imoralidade. Vamos ver como. Com uma primeira ressalva: ao falar de algodão não nos referimos a um produto. Falamos, sim, de 20 milhões de africanos que dependem da sua produção. Não é, co­mo se pode ver, um assunto para economis­tas. O algodão é um bom exemplo de como as distorções comerciais e o tal “dumping” falsearam as normas do relacionamento entre os países. Os reflexos desta injustiça mostram como podemos entender a chamada «ajuda» dos chamados “doadores”. Em cinco anos, 25 mil produtores dos Estados Unidos recebe­ram 9,8 mil milhões de euros em subsídios. Ao mesmo tempo, devido a uma descida bru­tal dos preços internacionais do produto, mais de 10 milhões de agricultores africanos sofreram uma dramática queda de rendimen­tos. Em 2001, a ajuda financeira dos EUA ao Mali foi de 31 milhões de euros. O país per­deu por causa desta política proteccionista cerca de 35,4 milhões de euros. O «dumping» do milho nos EUA representa para países co­mo as Honduras, Equador, Venezuela e Peru a perda de 3,3 mil milhões de euros por ano. A conclusão pode ser apenas esta. Nós, pobres do Terceiro Mundo, pedimos aos ri­cos o seguinte: não nos dêem mais. Basta que não tirem mais.
[1] 1.200 milhões de pobres absolutos, segundo Relatório da ONU de 2002, mas a cifra sobe a 2.800 milhões de fizermos a conta aos que têm um rendimento só um pouco acima de um dólar. Pobres absolutos são considerados os que têm um rendimento inferior a 365 dólares anuais.
 
Mia Couto, Maputo
publicado por Sérgio Cabral às 19:27
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