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Sexta-feira, 27 de Abril de 2007

Uma Visita à Aldeia do Seles

 “Partimos do Sumbe em direcção ao Seles. São 20 km, parece-me, mas demoramos 4 horas. Não, não tivemos furos, nem parámos no caminho. Foi mesmo da estrada ser tão má. Houve alturas em que pensei que o jipe ia virar, outras que íamos despistarmo-nos. Uma verdadeira aventura!

 

Mas pronto, lá chegámos ao destino. Antes do almoço fomos dar uma volta pela antiga aldeia, ou melhor, pelos escombros da antiga aldeia. O Padre Kusseta contou-nos que aquela aldeia foi formada pelos seus antepassados. Quase toda a sua família nasceu lá, mas quando começou a guerra, com os consecutivos ataques e o medo, todos acabaram por abandonar a aldeia, e só há pouco tempo começaram a regressar e a reconstruir as casas.

 

Mostrou-nos a árvore onde nasceu a mãe Mingas; o pau onde era a casa da quota Kusseta que, quando ouviu o choro, correu para lhe dar nome; as pedras onde ele nasceu… com a boa disposição que o caracteriza unida a uma certa nostalgia.

Como éramos visitas, e sendo as casas de fraca condição, despejaram a loja da aldeia, que tem o chão cimentado e telhado de zinco, para nos alojarem e servirem as refeições. Apercebemo-nos que aquelas pessoas não comem peixe e raramente comem carne. Só quando têm visitas é que matam uma galinha para poderem oferecer. Poucas vezes tomam banho. Uma boa parte dos mais velhos não sabe falar português, só humbundo, e os mais novos têm pouca formação. Há um professor na aldeia, mas a maior parte das crianças não frequenta a escola.

 

Para mim, foi uma visita muito estranha e de difícil digestão, mas para aquelas pessoas foi uma bênção, pois trataram-nos com todas as honras que uma pessoa ilustre merece. Ofereceram comida, mataram galinhas, cozinharam o que de melhor tinham por nossa causa. Por outro lado, fiquei a matutar no seguinte: porque é que estiveram tão pouco tempo na nossa companhia? Será que sentiam vergonha? Todas as pessoas nos queriam apertar a mão, todas nos queriam cumprimentar, mas poucas tinham a coragem de nos olhar nos olhos. Porquê?”

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Andreia Vicente, Gabela (Angola) | Extracto da carta enviada a 22/04/2007

publicado por Sérgio Cabral às 21:42
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Domingo, 8 de Abril de 2007

Cristo Ressuscitou, Aleluia!


«Mediante a ressurreição de Jesus o amor revelou-se mais forte do que a morte, mais forte do que o mal. O amor O fez descer e é, ao mesmo tempo, a força pela qual Ele sobe. A força através da qual leva-nos consigo. Unidos ao seu amor, levados sobre as asas do amor, como pessoas que amam descemos juntos com Ele nas trevas do mundo, sabendo que precisamente assim também subimos com Ele. Rezemos, portanto, nesta noite: Senhor, mostra hoje também que o amor é mais forte do que o ódio. Que é mais forte do que a morte. Desce também nas noites e na mansão dos mortos deste nosso tempo moderno e segura pela mão aqueles que esperam. Leva-os para a luz! Fica também comigo nas minhas noites escuras e conduz-me para fora! Ajuda-me, ajuda-nos a descer contigo na escuridão daqueles que estão à espera, que das profundezas gritam por ti! Ajuda-nos a levar-lhes a tua luz! Ajuda-nos a chegar ao “sim” do amor, que nos faz descer e por isso mesmo subir junto contigo! Ámen.»

 

(Bento XVI - Homilia da Vigília Pascal)

 

publicado por Sérgio Cabral às 15:27
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