Os Leigos Boa Nova são jovens em Missão: anunciar Jesus Cristo, servir os mais pobres do mundo e promover a solidariedade, o desenvolvimento, a justiça e a paz.

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Quarta-feira, 26 de Julho de 2006

Ana Catarina, Leiga Boa Nova, na Gabela

Ana Catarina

 

 “Uma das grandes lições que todo este processo me ensinou foi a ter confiança. Espero. Até chegar lá, até sentir o cheiro de lá, o sol de lá…”

 

O interesse pelo voluntariado missionário

O interesse pelo voluntariado missionário surgiu há cerca de quatro anos. Antes de celebrar o Sacramento do Crisma, nas sessões de preparação, o P. Adelino, Missionário da Boa, falava de missão, de compromisso, de desprendimento, libertação... E isso chegou ao seu interior. Disse, então, que tinha vontade de partir em missão a um amigo, mas este não a incentivou, dizendo que ela não tinha ainda perfil para embarcar num projecto dessa natureza. No entanto, ela ficou a pensar no assunto, acabando por adiar. Entretanto uma amiga sua, a Catarina, que tinha realizado um Convívio Fraterno, conheceu uma pessoa dentro desse mesmo movimento que já tinha estado em Moçambique num projecto missionário. Ficou entusiasmada. Ligou-lhe então à procura de um movimento que acolhesse e realizasse projectos de voluntariado de verão. Ela, por sua vez, aproveitou a oportunidade e lembrou-se dos LBN.

Voltou, depois, a falar do mesmo assunto com o amigo referido acima e ele, sem hesitar, disse, apenas, “vai”, vendo agora nela capacidade e maturidade para realizar com sucesso um projecto deste âmbito.

A Catarina, entretanto, desistiu porque se encontra numa altura de muito trabalho universitário.

 

 

A Missão

Além de dar aulas de Química no PUNIV, vai trabalhar na Pastoral da Paróquia da Gabela. Quer levar para lá aquilo que lhe foi dado no grupo de jovens de Cucujães, contextualizado a uma realidade tão diferente.

Dizer Deus lá, é diferente de dizê-lO cá. E se tantas vezes é difícil “encaixar” a nossa vida em Deus aqui, como o será lá? Subsiste sempre a linguagem que todos entendem, a linguagem do amor.

 

Que a nossa Ana Catarina comunique sempre com essa linguagem, assim como todos nós aqui! J 

publicado por Sérgio Cabral às 17:33
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