Os Leigos Boa Nova são jovens em Missão: anunciar Jesus Cristo, servir os mais pobres do mundo e promover a solidariedade, o desenvolvimento, a justiça e a paz.

.posts recentes

. D. António Couto vai apre...

. Conferência sobre Volunta...

. Ceia de Natal Comunitária

. Concurso de Ideias para a...

. Jornadas Missionárias 201...

. Pontes de Comunhão em Moç...

. "SER CRISTÃO É SER MISSIO...

. Voluntários partem em Mis...

. Espectáculo de Solidaried...

. É urgente agir a partir d...

.arquivos

. Janeiro 2011

. Novembro 2010

. Setembro 2010

. Maio 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Agosto 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

Segunda-feira, 31 de Julho de 2006

P. António Couto

Ao fim de duas semanas de avaliação e estudos, a X Assembleia Geral da Sociedade Missionária da Boa Nova, elegeu a nova Direcção Geral para os próximos 4 anos:

 

P. António José da Rocha Couto, 54, reeleito,

P. Albino Manuel Valente dos Anjos, 36, missionário em Moçambique

P. Manuel de Castro Afonso, 74, missionário na Zâmbia

P. Artur de Matos Bastos, 65, Director da Boa Nova e pároco de Cucujães

P. Viriato Augusto de Matos, 68, ecónomo da SMBN.

 

A reflexão central destes dias enfrentou o problema da pastoral vocacional e da formação de missionários. Acabou o tempo da cristandade em que as vocações eclesiais apareciam quase por geração espontânea.

Os novos tempos exigem uma Igreja e uma Sociedade missionária con-vocadora e pro-vocadora. Quem faz o Missionário é Deus. Mas os novos missionários nascerão também de comunidades fecundas que, pelo testemunho e pela palavra, interpelam toda a Igreja para o desafio da Missão.

Os que doam alguns anos da sua vida, os que desejam entregar a vida toda ou os padres e religiosos que anseiam por uma experiência radical nas fronteiras da exclusão, devem encontrar na Sociedade Missionária o acolhimento e a colaboração para a realização dos desígnios de Deus na sua vida pessoal e no serviço aos mais pobres.

Nestes dias passaram por aqui D. Jorge Ortiga, Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa e D. Armindo Coelho que nos desafiaram a ser uma expressão da missionariedade da Igreja de Portugal. Esteve connosco o P. José Augusto Leitão, Provincial do Verbo Divino, que nos mostrou os caminhos da formação para a inter-culturalidade num instituto internacional.

Nesta última semana a X Assembleia Geral deve esboçar o programa de trabalhos da SMBN para os próximos 4 anos.

 

publicado por Jerónimo Nunes às 23:26
link do post | comentar | favorito
|
1 comentário:
De Rui Luzes Cabral a 5 de Agosto de 2006 às 01:36
1 - O Padre Jerónimo escreve que "Os novos tempos exigem uma Igreja e uma Sociedade missionária con-vocadora e pro-vocadora. Quem faz o Missionário é Deus." Quanto à Igreja con-vocadora e pro-vocadora estamos de acordo desde que para ser pro-vocadora não tenha que enveredar por estilos muito "folclóricos", utilizando métodos de alguns padres brasileiros. Julgo que não se podem comprar os jovens ou os fiéis transformando a Igreja em "igreja-espectáculo". As pessoas devem em primeiro lugar sentirem-se chamadas para o Evangelho sem mais nada em troca. Quanto à frase "Quem faz o Missionário é Deus", julgo que exige uma pergunta: Porque é que não existem então mais missionários?

2 - Lembro-me ainda daqueles anos em que por exemplo Cernache do Bonjardim acolhia dezenas de jovens. Sei que agora a estratégia é diferente não aceitando os seminários rapazes tão novos e aceito a justificação para tal mudança. No entanto criou-se um vazio e muitas paredes desses seminários portuguses estão hoje em dia "desertos" de jovens. Como poderemos dar nova vida a esses "casarões" habitados hoje por meia dúzia de padres? Que forma temos de encontrar para reconverter esses espaços? Não poderiam as organizações religiosas apostar mais no ensino privado a nivél do Secundário sem a preocupação principal de encaminhar os jovens para o sacerdócio? Pelo menos poderiam ficar incutidos os valores católicos em quem frequentasse essas escolas.

Um Abraço

Rui Luzes Cabral

Comentar post

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Janeiro 2011

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
26
27
28
29
30
31

.tags

. todas as tags

.links

.Webstats4U

blogs SAPO

.subscrever feeds